Internet das Coisas: prepare-se para uma onda de novas oportunidades em estratégia de negócios

2017-12-10
Fonte: Flávio Stecca, CTO da Movile sobre Internet das Coisas in Startse
Foto por: Cortesia de andongob em FreeDigitalPhotos.net

Quando o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 mil milhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo, em 2014, o mundo passou a conhecer uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ‘internet das coisas’.

Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ‘dono’ que perdeu as chaves. Apesar da ‘Internet of Things’ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios.
As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras! Aqui no Brasil, o estudo (...)

Regulação da Internet

2017-12-10
Fonte: João Confraria in Público
Foto por: Cortesia de twobee em FreeDigitalPhotos.net

Nos alvores da massificação da banda larga era claro que a união de um operador de redes de telecomunicações e de um produtor de conteúdos podia criar pelo menos dois problemas de concorrência. A empresa que resultasse da união poderia negar aos outros operadores acesso aos seus conteúdos e poderia negar aos outros produtores de conteúdos acesso aos seus assinantes. Entendia-se então que estes problemas, e outros, se existissem, poderiam ser resolvidos através da legislação de defesa da concorrência. Ainda se entende assim — e bem.

Mas nos últimos anos houve um impulso que contrariou a tendência, que vinha do início da liberalização, de transferir competências das autoridades reguladoras setoriais para as autoridades de concorrência. Com esse impulso, um princípio de não discriminação, ou de neutralidade de rede, presente na expansão da Internet, foi densificado na União Europeia como um princípio de livre escolha dos utilizadores, e competências para a sua implementação foram atribuídas às autoridades reguladoras setoriais de comunicações eletrónicas. Isto significa (...)

EUA debatem fim da neutralidade da Internet - e Portugal é exemplo

2017-12-10
Fonte: Público
Foto por: Anthony Quintano - Flickr

A Administração Trump diz que a neutralidade da Internet "é um erro". A portuguesa Altice Meo é um dos exemplos de como um operador funciona num país sem "neutralidade", mas a empresa diz que o caso está a ser mal interpretado.

A entidade reguladora das comunicações nos EUA, a Comissão Federal de Comunicações (FCC na inglesa), vai votar um plano para reverter a legislação introduzida durante a presidência de Obama. Portugal surge como um exemplo do novo modelo proposto para o sector norte-americano.
O princípio do sistema atual – introduzido em 2015 nos EUA – é que os fornecedores da Internet não podem decidir quais são as empresas que “têm sucessoonline ao influenciar o conteúdo que os clientes veem (por exemplo, ao definir a rapidez (...)

Angola lança concurso para quarto operador de telecomunicações

2017-12-10
Fonte: Observador
Foto por: Cortesia de gnepphoto em FreeDigitalPhotos.net

O Governo angolano vai lançar um concurso público internacional para um quarto operador de telecomunicações, incluindo a rede fixa, móvel e de televisão por subscrição, integrando o Estado a estrutura acionista com 45% do capital.

O anúncio foi feito no passado dia 27 de novembro, em Luanda, pelo Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, garantindo que até final deste ano o regulador do setor terá disponíveis os cadernos de encargos para os investidores interessados.
Vamos aumentar a concorrência. Vai melhorar o serviço e vamos atuar sobre os preços e a qualidade do serviço”, afirmou o governante.
Acrescentou que o Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação já recebeu (...)

Bruxelas adopta novas normas para tornar mais seguros pagamentos electrónicos

2017-12-10
Fonte: Público
Foto por: Comissão Europeia

A Comissão Europeia adotou, no passado dia 27 de novembro, novas normas com vista a tornar mais seguros os pagamentos eletrónicos efetuados nas lojas e na Internet, reduzindo os riscos de fraude, através de uma “sólida autenticação do cliente”.

As novas regras visam implementar a diretiva (lei comunitária) relativa aos serviços de pagamento (DSP2), recentemente revista, e procuram modernizar os serviços de pagamento na Europa de modo a acompanhar a rápida evolução deste mercado e permitir o crescimento do mercado europeu do comércio eletrónico, de acordo com a Comissão.
A mera introdução de uma senha ou dos dados de um cartão de crédito deixará, na maior parte dos casos, de ser suficiente para realizar um pagamento: em certos casos, será necessário um código, válido para uma (...)

Tecnológicas europeias entram no radar das bolsas de ações

2017-12-10
Fonte: Jornal Económico
Foto por: Cortesia de jscreationzs em FreeDigitalPhotos.net

As empresas tecnológicas da Europa costumavam ser o parente pobre em relação a outras regiões como os Estados Unidos a e Ásia. A aposta feita nos últimos anos para fomentar o ecossistema tech no Velho Continente está, no entanto, a começar a dar frutos, com o maior interesse por parte dos investidores a conduzir as empresas a optar pela entrada em bolsa.

Nos primeiros nove meses deste ano, a Europa registou 38 ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês). Este é o maior número de tech IPO no mundo em 2017 e compara com as 17 realizadas nos EUA, segundo o Relatório do Estado da Tecnologia Europeia, realizado pela empresa de investimento em inovação Atomico.
A expetativa é que, até ao final de dezembro, o número suplante ainda as 49 IPO que tiveram lugar na Europa em 2016.
O que isto reflete é que a Europa está a produzir um número crescente de empresas com capacidade de (...)

Empresa chinesa DJI quer crescer no mercado de “drones” do Brasil

2017-12-10
Fonte: Macauhub
Foto por: Cortesia de Naypong em FreeDigitalPhotos.net

A empresa chinesa DJI (Da-Jiang Innovations Science and Technology Co., Ltd) escolheu a empresa Golden Distribuidora para representante oficial no Brasil, país onde pretende aumentar as vendas de veículos aéreos não-pilotados de forma significativa ao longo dos próximos dois anos, informaram as duas empresas em comunicado conjunto divulgado.

As duas empresas pretendem, ao abrigo desta parceria, preencher um segmento de mercado por explorar, após a gama completa de equipamentos da DJI ter sido homologada e certificada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que em Maio último aprovou regras para a utilização de veículos aéreos não-pilotados, vulgo “drones.”
O presidente executivo e fundador da Golden Distribuidora, Davi Saadia, disse que estão a ser vendidos no Brasil cerca de 10 mil “drones” da DJI por mês, (...)

Robôs, carros autónomos e chatbots podem obrigar 375 milhões a mudar de emprego

2017-12-10
Fonte: Público
Foto por: Cortesia de Farbentek em FreeDigitalPhotos.net

O desenvolvimento da automação – mais braços mecânicos em fábricas, robôs humanóides em lojas, chatbots a falar com clientes, ou carros que se conduzem sozinhos – pode forçar mais de 375 milhões de pessoas a mudar de emprego até 2030. O número vem no relatório anual do instituto McKinsey Global. Corresponde a 14% da força de trabalho global.

Mesmo se existir trabalho suficiente para garantir o nível de emprego atual até 2030, esperam-nos transações que podem superar a escala de mudanças históricas ao nível da agricultura e da industrialização,” lê-se no relatório publicado.
Para chegar às conclusões, os autores analisaram o mercado de trabalho em 46 países (incluindo Portugal) ao nível das habilitações, ordenados, e oferta de emprego. Foram consideradas 800 ocupações diferentes (dessas, 60% já podem incluir um terço de automação). Concluiu-se que nos (...)

Revolução digital em 20 anos nos media

2017-12-10
Fonte: Jornal de Negócios
Foto por: Cortesia de renjith krishnan em FreeDigitalPhotos.net

Há 20 anos nascia o primeiro órgão de comunicação social em Portugal exclusivamente online: o Canal de Negócios, que a partir de 2001 passou a designar-se negocios.pt. Na altura, havia pouco mais do que meia dúzia de sites de informação. E quase todos de âmbito generalista e associados à marca de algum jornal.

A expansão dos media portugueses à esfera digital começou dois anos antes, quando só 6,3% da população tinha acesso à internet. O Jornal de Notícias foi o primeiro diário generalista a lançar-se online, a 26 de Julho de 1995, seguido pelo Público dois meses depois. No final desse ano, o Diário de Notícias também arrancou com a sua edição online. A cronologia foi compilada por Hélder Bastos, professor da Universidade do Porto, no livro publicado em 2011 "Da implementação à estagnação: os primeiro doze anos de ciberjornalismo em (...)

Marketing de conteúdo: o que significa (e por que faz tanta diferença)?

2017-12-10
Fonte: Tec Mundo
Foto por: Cortesia de Stuart Miles em FreeDigitalPhotos.net

Quando foi a última vez que você comprou um produto sem antes pesquisar na web sobre ele diversas vezes? Pois é, foram-se os dias em que os consumidores simplesmente iam até a loja mais próxima quando queriam comprar algo.

Justamente por isso o marketing de conteúdo acabou se tornando tão importante: para ajudar as empresas a estarem juntas do usuário a cada passo da jornada de compra. Afinal, no lugar das publicidades convencionais, que interrompem a vida do usuário e acabam mais irritando o público do que o incentivando a comprar o produto, o marketing de conteúdo tenta trazer materiais que se encaixam no que seu público procura.
A solução, na teoria, pode parecer simples. Com conteúdos interessantes, fica fácil ter consumidores mais engajados e construir um (...)